João Queiroz (Lisbon, 1957) lives and works in Lisbon. Exhibiting individually since 1986, a selection of his solo exhibitions includes: Encáusticas, Appleton Square (Lisbon, 2015); Stanca Luce, Fundação Carmona e Costa (Lisbon, 2015); ahnungslos, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2014); A noiva Dourada, Vera Cortês Art Agency (Lisbon, 2013); Afinal era uma borboleta (Pavilhão Branco, Museu da Cidade, Lisbon, 2012), A curva do rio (Uma certa falta de coerência, Oporto, 2011), Silvæ (Culturgest, Lisbon, 2010), Galeria Quadrado Azul (Oporto, 2009), Obras sobre papel (Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2009), Chiado 8 Arte Contemporânea (Lisbon, 2007), Centro de Arte Moderna (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon, 2006), Artadentro (Faro, 2004), Le besoin du noble (modo menor, silvæ) (Lisbon 20 Arte Contemporânea, 2003), Liber Studiorum (Sala Jorge Vieira, Lisbon, 2001), Articulação e Pele (Porta 33, Funchal, 2000) and O ecrã no peito (Atelier-Museu Municipal António Duarte, Caldas da Rainha, 1999).

 

Some of the collective exhibitions in which he participated include Uma Coleção: Um Museu | 2007-2017, MACE (Elvas, 2017), Blackbox: Imaginary Museum, curated by João Louro, Museu do Caramulo (Caramulo, 2017),Art as an Experience of the Real, CIAJG (Guimarães, 2017), The Middle Line, LIMAC (Madrid, 2017), Chiado 8, António Cachola Collection (Lisbon, 2017), Anozero: Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (2015); Um Horizonte de Proximidades: Uma topologia a partir da Coleção António Cachola, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel, Azores, 2015); Tão alto quanto os olhos alcançam, Fórum Eugénio de Almeida (Évora, 2014); Nothing Comes From Nothing, Parkour (Lisbon, 2013); Sincronias (MEIAC, Badajoz, 2012), Flatland Redux (Palácio Vila Flor, Guimarães, 2012), Como proteger-se do tigre: (Bienal de Cerveira, 2011), A paisagem na colecção do Centro de arte moderna José de Azeredo Perdigão (Lisbon, 2011), Articulações (Allgarve, Faro, 2008), Avenida 211 (Lisbon, 2008), Portugal Agora (MUDAM, Luxemburg, 2007), Zoom 1986-2002: Colecção de Arte Contemporânea da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento – Uma Selecção (Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Oporto, 2002) and Um oceano inteiro para nadar (Culturgest, Lisbon, 2001). João Queiroz was the winner of the AICA Award in 2011 and EDP Drawing Award in 2000.

 

João Queiroz (Lisboa, 1957) vive e trabalha em Lisboa. Expondo individualmente desde 1986, uma selecção das suas exposições individuais inclui Encáusticas, Appleton Square (Lisboa, 2015); Stanca Luce, Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2015); ahnungslos, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2014);  A noiva Dourada, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2013); Afinal era uma borboleta (Pavilhão Branco, Museu da Cidade, Lisboa, 2012), A curva do rio (Uma certa falta de coerência, Porto, 2011), Silvæ (Culturgest, Lisboa, 2010), Galeria Quadrado Azul (Porto, 2009), Obras sobre papel (Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2009), Chiado 8 Arte Contemporânea (Lisboa, 2007), Centro de Arte Moderna (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2006), Artadentro (Faro, 2004), Le besoin du noble (modo menor, silvæ) (Lisboa 20 Arte Contemporânea, 2003), Liber Studiorum (Sala Jorge Vieira, Lisboa, 2001), Articulação e Pele (Porta 33, Funchal, 2000) e O ecrã no peito (Atelier-Museu Municipal António Duarte, Caldas da Rainha, 1999).

 

Das coletivas em que participou destacam-se Uma Coleção: Um Museu | 2007-2017, MACE (Elvas, 2017), Blackbox: Museu Imaginário, com curadoria de João Louro, Museu do Caramulo (Caramulo, 2017), A Arte como Experiência do Real, CIAJG (Guimarães, 2017), The Middle Line, LIMAC (Madrid, 2017), Chiado 8, Coleção António Cachola (Lisbon, 2017) Anozero: Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (2015); Um Horizonte de Proximidades: Uma topologia a partir da Coleção António Cachola, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (São Miguel, Açores, 2015); Tão alto quanto os olhos alcançam, Fórum Eugénio de Almeida (Évora, 2014); Nothing Comes From Nothing, Parkour (Lisboa, 2013); Sincronias (MEIAC, Badajoz, 2012), Flatland Redux (Palácio Vila Flor, Guimarães, 2012), Como proteger-se do tigre: (Bienal de Cerveira, 2011), A paisagem na colecção do Centro de arte moderna José de Azeredo Perdigão (Lisboa, 2011), Articulações (Allgarve, Faro, 2008), Avenida 211 (Lisboa, 2008), Portugal Agora (MUDAM, Luxemburgo, 2007), Zoom 1986-2002: Colecção de Arte Contemporânea da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento – Uma Selecção (Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto, 2002) e Um oceano inteiro para nadar (Culturgest, Lisboa, 2001). João Queiroz foi o vencedor do Prémio AICA 2011 e do prémio EDP de desenho em 2000.