Albergaria's work involves one territory: Nature. A nature manipulated, planted, transported, set in hierarchy, catalogued, studied, felt and recalled through the ongoing exploration of gardens in photography, drawing and sculpture. The artist views gardens as elaborated constructs, representational systems and descriptive mechanisms that epitomize a set of fictional beliefs that are employed to represent the natural world. Gardens are also environments dedicated to leisure and study, cultural and social processes that produce a historical understanding of what is knowledge and what is pleasure.

More generally, the images of gardens and plant species employed by the artist are used as devices to reveal processes of cultural change through which visions of nature are produced. Mediated by representation systems they generate different versions of what we see as landscape—itself a complex system of material structures and visual hierarchies, cultural constructs that define the framing of our visual field.

A selection of her solo shows includes Inanimate Object, or a complete cycle of the soil, Sheffield Park and Garden National Trust (Sheffield, 2018), Endless infinity, Museu Nacional Grão Vasco (Viseu, 2017), pinch pinch pinch, PORTA 14 Calçada do Correio Velho (Lisbon, 2017), Ah, Finalmente, Natureza, Fórum Eugénio de Almeida (Évora, 2015); Terra/Território, Consulado Geral de Portugal em São Paulo (2015); Two Trees in Balance, Socrates Sculpture Park (New York, 2015); Time scales, Vera Cortês Art Agency (Lisbon, 2014); O Balanço da Árvore Exagera a Tempestade, Galeria Vermelho (São Paulo, 2014); No hay tal cosa como la naturaleza, Hacienda La Trinidad Parque Cultural (Caracas, 2013); Invertir la posición, Galeria Wu (Lima, 2012); Térmico, Pavilhão Branco do Museu da Cidade (Lisbon, 2010); ABRACADÁRVORE, Museu de Arte Moderna da Bahía (São Salvador da Bahía, 2008).

 

 

Gabriela Albergaria mora e trabalha em Londres. O seu trabalho envolve um território: a natureza. Uma natureza manipulada, plantada, transportada, estabelecida em hierarquia, catalogada, estudada, sentida e renomeada através da exploração contínua de jardins em fotografia, desenho e escultura. A artista percebe os jardins como construções elaboradas, sistemas de representação e mecanismos descritivos que sintetizam um conjunto de crenças fictícias que são usadas para representar o mundo natural. Os jardins são também ambientes dedicados aos processos de lazer e estudo, culturais e sociais que produzem uma compreensão histórica do que é oconhecimento e o prazer.

Mais geralmente, as imagens de jardins e espécies de plantas empregadas pela artista são usadas como dispositivos para revelar processos de mudança cultural através dos quais se produzem visões da natureza. Mediados por sistemas de representação, eles criam diferentes versões do que percebemos como uma paisagem - um sistema complexo de estruturas materiais e hierarquias visuais, construções culturais que definem o enquadramento do nosso campo visual.

Uma seleção de exposições individuais inclui Inanimate Object, or a complete cycle of the soil, Sheffield Park and Garden National Trust (Sheffield, 2018), Endless infinity, Museu Nacional Grão Vasco (Viseu, 2017), pinch pinch pinch, PORTA 14 Calçada do Correio Velho (Lisboa, 2017), Ah, Finalmente, Natureza, Fórum Eugénio de Almeida (Évora, 2015); Terra / Território, Consulado Geral de Portugal em São Paulo (2015); Two Trees in Balance, Socrates Sculpture Park (Nova Iorque, 2015); Escalas de tempo, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2014); O Balanço da Árvore Exagera a Tempestade, Galeria Vermelho (São Paulo, 2014); Não há coisa como a natureza, Hacienda La Trinidad Parque Cultural (Caracas, 2013); Invertir a posição, Galeria Wu (Lima, 2012); Térmico, Pavilhão Branco do Museu da Cidade (Lisboa, 2010); ABRACADÁRVORE, Museu de Arte Moderna da Bahía (São Salvador da Bahía, 2008).