António Bolota started his artistic career in the mid-90s, carrying his know-how in the field of Engineering into the artistic universe. The artist convokes this particular set of theoretical knowledge as he creates sculptures that challenge the spaces where they are built or fuse with their architecture. He completed the Advanced Course in Ar.Co – Center for Art and Visual Communication in 2008. Lives and works in Lisbon.

A selection of António Bolota's individual exhibitions includes the following galleries and spaces: Galeria Vera Cortês, Lisbon (2016), Appleton Square, Lisbon (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisbon and Porto (2014/2012/2010) and Pavilhão Branco, Lisbon (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) and Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).

Group shows in which he participated include: Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Electricity Museum (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) and António Filipe, Parkour (2013), Lisbon; LandArt, Cascais, (2014), How to Protect Oneself From the Tiger, 16th Cerveira Biennial, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) and Telhado, Interpress (2006), Lisbon. In 2009 was nominated for the edp New Artists Award.

 

António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.

Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).

Das exposições coletivas em que participou destacam-se: Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e António Filipe, Parkour (2013), Lisboa; LandArt, Cascais (2014), Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) e Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.