André Guedes (b. 1971, Lisbon) studied Architecture and Anthropology of Space. His art practice often combines fieldwork and research of visual and written documentation, exploring subjects of the social and political history, leading to installations, performances and interventions in the public space. He also works regularly in theatre and performing arts as set designer and dramaturgist.

    Selected solo exhibitions include Pavilhão Branco/Lisbon's Municipal Galleries (2017), Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2015), Vera Cortês Art Agency (2015), Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2015), Calouste Gulbenkian Foundation’s CAM (Lisbon, 2014), Galerie Crèvecoeur (Paris, 2010 and 2013), Kunsthalle Lissabon (Lisbon, 2011), Montehermoso Cultural Center (Vitoria, Spain, 2009), The Bluecoat (Liverpool, 2009), Chiado 8/Culturgest (Lisbon, 2007), Serralves Musem (Porto, 2004). Group exhibitions include Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira, 2018), David Roberts Art Foundation, London (2017), Le Tripod (Nantes, 2014), Biennale de Rennes (2012), De Appel (Amsterdão, 2010), Fondazione Pistoletto/Cittadellarte (Biella, 2010), La Génèrale (Sèvres, 2010), Bienal de Atenas (2009), Dunkers Kulturhus (Helsinborg, 2008), Prague Triennale (2008), Palais de Tokyo (Paris, 2005).

    His works for the stage include ‘Nova Árgea’ (Teatro Maria Matos, 2017), ‘New, Caledonia’ (Culturgest, 2014) and ‘how to merrily roll over an Exterior emptiness’ (Alkantara festival, 2010) in collaboration with Miguel Loureiro, and ‘Aqui Também Acabou’ (2008) in collaboration with theater company Cão Solteiro. He also did the set design for choreographers such as Vera Mantero, Miguel Pereira and Martine Pisani.

    He did several residency programs, namely Gasworks (2011), Le Pavillon at Palais de Tokyo, (2004/2005) and Unidee at Fondazione Pistoletto (2003). In 2007 he received the União Latina Fine Arts Award in Portugal.

 

 

André Guedes (Lisboa, 1971) licenciou-se em Arquitectura (FA-UTL) e frequentou o mestrado de Antropologia do Espaço (FCSH-UNL). A sua prática artística combina frequentemente o trabalho de campo e a investigação de fontes documentais visuais e escritas, explorando temas da história social e política, da qual resultam instalações, performances e intervenções no espaço público. Tem também colaborado regularmente em teatro e nas artes performativas como cenógrafo e dramaturgo.

    Expôs individualmente no Pavilhão Branco/Galerias Municipais de Lisboa (2017), Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2015), Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2015), CAM/Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa 2014), Galerie Crèvecoeur (Paris, 2010 e 2013), Kunsthalle Lissabon (Lisboa, 2011), Centro Cultural Montehermoso (Vitoria, Espanha, 2009), The Bluecoat (Liverpool, 2009), Chiado 8/Culturgest (Lisboa, 2007), Galeria Miguel Nabinho (Lisboa, 2005 e 2008), Museu de Serralves (Porto, 2004). Participou em exposições colectivas no Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira, 2018), David Roberts Art Foundation, Londres (2017), Le Tripod (Nantes, 2014), Biennale de Rennes (2012), De Appel (Amsterdão, 2010), Fondazione Pistoletto/Cittadellarte (Biella, 2010), La Génèrale (Sèvres, 2010), Bienal de Atenas (2009), Dunkers Kulturhus (Helsinborg, 2008), Prague Triennale (2008), Palais de Tokyo (Paris, 2005).

    Foi co-autor dos espetáculos ‘como rebolar alegremente sobre um vazio Exterior’ (2010) e ‘Nova, Caledónia’ (2014) com o ator/encenador Miguel Loureiro, e ‘Aqui Também Acabou’ (2008) com a companhia de teatro Cão Solteiro. Além dos espectáculos referidos, elaborou igualmente o desenho do espaço e elementos cénicos de obras de Vera Mantero, Miguel Pereira, Martine Pisani e Miguel Loureiro, entre outros.

    Participou em diversos programas de residência, nomeadamente Gasworks (2011), Le Pavillon/Palais de Tokyo, (2004/2005) e Fondazione Pistoletto (2003). Em 2007 recebeu o Prémio de Artes Plásticas União Latina.